O currículo é o seu cartão de apresentação

No mundo de hoje, onde as pessoas “correm” não há tempo para um recrutador ler calmamente todos os currículos, então quando montamos um, precisamos ser sucinto e rápido.

Quando digo sucinto, não também não vamos exagerar!! Já peguei currículos que não tinha nada.

E como podemos saber a medida exata?

1. O primeiro ponto é o cabeçalho, é imprecindível que coloque o nome, telefone fixo e celular, o bairro e o estado.

2. O objetivo que busca. Por exemplo ” Objetivo: Área Comercial – venda externa.

3. A pretensão salarial – Quanto pretende receber, bem como o último salário.

4. A experiência profissional – Aqui é o momento de escrever!! – Coloque tudo que já fez bem descrito – absolutamente tudo bem como a função. Aqui é como se fosse busca do Google. Por exemplo ” Já atuei com venda de AVON, NATURA” “Serviços externo de banco, notas fiscais, cobrança de cliente” e ….
Essa é a parte mais importante, é como vamos saber se o seu perfil encaixa na vaga.

5. A referência – Se tiver, ajuda muito. Vai a dica, toda vez que sair de um emprego, peça uma carta de referência.

6. A Formação – Área que cursou, e que pretende cursar.

7. Coloque uma foto, é muito importante!! Preconceito?? Não. São muitos os currículos e as pessoas, essa é a maneira que temos para lembrar quem é você.

Em apenas uma única folha

PRONTO!!

Esse assunto currículo ainda não acabou, falaremos
mais sobre isso e sobre os outros temas….
$UCE$$0

Jacqueline Miranda

>> Siga-me no twitter
>> Junte-se a nós no Orkut

O que você quer ser quando crescer ?

Qual a criança que nunca ouviu essa pergunta? Desde pequenos, começam a serem geradas expectativas a nossa volta e quando chega a hora da escolha… Ser o que quero ser ou ser o que meu pai quer que eu seja? Os pais muitas vezes sem perceber geram expectativas e buscam realizações através dos filhos.

Esse filho não querendo decepcionar os pais faz a sua escolha e o resultado é mais um provável candidato a abandonar a faculdade e ratificar os números do IBGE, que revelam que, no Brasil, 85% dos estudantes universitários abandonam o primeiro curso superior que “escolhem”.

Não é propriamente a quantidade de anos vivida que trará a certeza da carreira e sim o quanto cada pessoa se conhece, ou melhor, o autoconhecimento é a bússola para a escolha certa da carreira. Escolher é um atributo do ser humano – logicamente quanto mais experiência a pessoa tiver acumulado, mais ponderada será sua decisão. Escolher sempre significa ter que se posicionar por uma dentre dois ou mais alternativas igualmente atraentes.

A escolha de uma profissão que exige formação de nível superior acontece aos 17 ou 18 anos, porque ela tem como requisito o término do ensino médio que se dá exatamente nesta idade. Assim, o momento da escolha é determinado sócio-culturalmente e nada tem a ver com um pressuposto amadurecimento bio-psicológico.

A desinformação está entre um dos fatores prejudiciais na escolha da carreira. É necessário um conhecimento que permita fazer com segurança sucessivas escolhas para que não gere no adolescente uma carga de ansiedade e o leve a viver em crises existenciais por um tempo.

Não tem porque ter vergonha de ter dúvidas ainda quanto à profissão que quer escolher. O ideal é pensar e planejar bem, porque bem pior é trocar de carreira. Acontece que, de um modo geral, o problema para a maioria dos vestibulandos não é propriamente escolher a profissão, mas passar no vestibular. O que observamos hoje em dia é que os jovens tem se dedicado mais ao vestibular do que à escolha profissional.

A idéia é que a escolha se resolverá “um dia” e que o conhecimento que o vestibular exige é grande e cumulativo e que por isso não se deve perder tempo. Infelizmente essa concepção explica em parte o grande índice de evasão nos cursos superiores que fica, no Brasil, por volta de 30 a 40% conforme o curso. O vestibular é conseqüência da escolha, afinal para que serve prestar vestibular se não se sabe o que se quer fazer, ou pelo menos para qual curso prestar?

Para quem ainda tem dúvidas, ou não se decidiu, hoje temos profissionais habilitados a ajudar na escolha através do autoconhecimento. Um bom profissional de RH está apto a orientar um estudante nesse processo.

“A maioria das pessoas decide quanto à sua carreira numa idade em que não tem experiência e discernimento para saber qual atividade é mais adequada para si”. Erich Fromm

, , , , , , , , ,